Kabuki: um Michelin mais acessível, com os novos menus de almoço

(Fotografia: Arlei Lima/DR)
Os novos menus de almoço do Kabuki, mais democráticos e rápidos, trazem outras franjas de público à casa Michelin do Ritz, que funde cozinha nipónica e mediterrânica.

Um ano depois de ganhar a sua primeira estrela Michelin, o Kabuki mostra que não descansa à sombra dos louros, chegando a novas franjas de público com os menus executivos nos dias úteis, mais democráticos e rápidos, que se mantêm até ao final do ano, pelo menos, pelas mãos do chef Sebastião Coutinho (até aqui sous-chef, estando nesta casa desde o seu início), que acaba de assumir as rédeas da cozinha do restaurante do Ritz com a recente saída de Paulo Alves.

À semelhança do que acontece nos menus de degustação – onde vai surgir em breve um terceiro menu, mais tradicional, com clássicos nipónicos como o chawanmushi e o katsudon – também nos executivos se funde a cozinha japonesa com elementos mediterrânicos. Ao todo, há três à escolha: um de crus, outro de quentes e um vegetariano, com três momentos cada (entrada, prato principal e sobremesa, entre 40 e 45 euros cada menu).

A seleção de sashimi faz parte do menu de crus. (Fotografias: Arlei Lima/DR)

O katsudon da casa.

O arranque é igual aos três – a sopa miso da casa – e segue-se para a bento box como entrada, uma espécie de montra do Kabuki, com produtos nacionais e nipónicos. É a interpretação da marmita japonesa, com seis compartimentos, cada um com um petisco adequado ao menu que se escolhe. Aqui, há opções como kimchi, gyosas de legumes, nabo marinado em soja, croquetes de atum ou bacalhau negro do Alasca com emulsão de alho negro.

No menu de crus, opta-se entre peças de sashimi ou sushi no prato principal (oportunidade para se trabalhar lírio, sargo, peixe-galo e toro, por exemplo); no de quentes, entre o porco panado com legumes e o frango teriyaki com lima e gengibre, ambos com arroz gohan; e no vegetariano entre peças de sushi vegano ou os noddles udon com caldo e legumes. Os clássicos bolinhos mochi são o remate final comum aos três menus.

O restaurante do Ritz venceu a sua primeira estrela Michelin há um ano.

O chef Sebastião Coutinho assume a cozinha do Kabuki.

Algo está a fazer com que o sistema não consiga mostrar a ficha ténica desejada. Pedimos desculpa pelo incómodo.




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