Palácio de Queluz reabre jardim botânico na segunda-feira

É um regresso aos tempos da corte naquele que é considerado um património singular de arquitetura e paisagem palacianos, datado do século XVIII.

A partir de segunda-feira vai ser possível regressar ao Jardim Botânico do Palácio Nacional de Queluz, requalificado pela Parques de Sintra de acordo com a cartografia de 1865, sendo que a construção original remonta ao século XVIII. As estufas que ali existiam, as balaustradas, alegretes, respetivos bancos e painéis de azulejos, bem como o lago central e um conjunto de estátuas materializam o resultado de uma intervenção que custou 815 mil euros.

O Jardim Botânico do Palácio Nacional de Queluz foi construído entre 1769 e 1780, sendo «contemporâneo das grandes realizações setecentistas do período barroco-rococó nos Jardins de Queluz», explica a Parques de Sintra em comunicado. Era um jardim de «pequena escala, quando comparado com outros jardins botânicos desta época», e por isso foi mais usado como espaço de entretenimento.

Acontece que o espaço se foi degradando, devido a fenómenos naturais e abandono, até perder a função original e ser transformado num roseiral, em 1940. Já em 1984, em sequência das grandes cheias que afetaram Queluz, o jardim foi reconvertido numa área de picadeiro para a Escola Portuguesa de Arte Equestre. Os processos de investigação e sondagem arqueológica começaram em 2012 por iniciativa da Parques de Sintra, empresa pública responsável pela gestão deste e doutros equipamentos culturais, entretanto alvo de operações de restauro.

O Jardim Botânico do Palácio Nacional de Queluz é inaugurado na segunda-feira, dia 5, às 16h00. Ambos podem ser visitados pelo público com um bilhete único (adulto, 10 euros), das 09h00 às 19h00.

 

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