Passear a cavalo de norte a sul

A Horseback Riding Tour é uma experiênca a cavalo com duração de duas horas (Fotografia: DR)
Três experiências para conhecer Portugal a cavalgar.

Portugal Active – a passo, junto ao mar

A Portugal Active, em parceria com a associação hípica Viana Equestre, promove um passeio a cavalo pela linha costeira do concelho, sempre a ver o mar.

A Horseback Riding Tour é uma experiência a cavalo com duração de 2h30 que se desenrola junto ao mar, desde a praia do Norte. “O passeio é realizado ao longo da costa atlântica que Viana do Castelo tem para oferecer, entre as freguesias de Areosa e Carreço onde temos sempre o mar como fundo, passando pelos campos, caminhos rurais e praias, algumas das quais selvagens”, descreve Jorge Prozil, responsável pelo Centro Aventura da Portugal Active.

A atividade é realizada em parceria com a Viana Equestre – Associação Hípica de Viana do Castelo, e adequada a qualquer pessoa, experiente ou sem qualquer contacto prévio com o cavalo, sendo que o animal é escolhido de acordo com o nível de cada um. Além disso, o percurso de 12km é acompanhado por um instrutor, e a atividade começa, antes de mais, no picadeiro, para que os participantes possam ambientar-se ao cavalo. Depois segue para perto do mar, tão perto, que fora da época balnear, e havendo condições meteorológicas, é possível cavalgar mesmo sobre o areal.

Equidesafios – cavalgar no Parque Nacional

Passeios de 30 minutos, uma hora ou até um dia inteiro compõem a oferta da Equidesafios para quem quer conhecer a serra do Gerês no dorso de um cavalo.

Há mais de 20 anos que a Equidesafios convida miúdos e graúdos a montar a cavalo e a descobrir a serra em passeios equestres. O centro hípico tem programas para todos os gostos e níveis de experiência, que vão desde os batismos de 15 minutos (ideais para crianças) a percursos de 30 minutos pelas ruas pitorescas de Campo do Gerês, e passeios de uma ou duas horas, que já se adentram no Parque Nacional. Este último requer alguma experiência de montada, e leva a conhecer a paisagem serrana do vale de Vilarinho das Furnas.

Para cavaleiros mais versados há ainda uma atividade com duração de um dia, que começa de manhã em Campo do Gerês e segue, depois do almoço num restaurante local ou em piquenique (também incluído no programa), para a aldeia de Santa Isabel do Monte. “O objetivo é passar a tarde na floresta, onde existe um dos maiores núcleos de garranos, e ver os cavalos em estado selvagem”, diz Henrique Rodrigues, responsável pelo centro hípico. Quem quiser ter um contacto com os cavalos, mas não se sentir confortável em montar, pode optar por um passeio de charrete.

Cavalos no Rio – a cavalo e a remar

Na terra que Sophia de Mello Breyner Andersen “pintou” poeticamente com “A sombra azul da palavra moira/O branco vivo da palavra sal” também se passeia de cavalo, aqui com a diferença de que uma parte do percurso é feita dentro de água, a remar.

Depois do sucesso dos Cavalos na Areia – que Madonna ajudou a impulsionar para a fama internacional, após exibir vídeos e fotografias do seu passeio na praia -, o empresário José Ribeira lançou, no mesmo registo, os Cavalos no Rio. A experiência parte do Hotel Rural Casa das Cegonhas, gerido pela Amazing Evolution, na Herdade de Porches, e contempla um passeio a cavalo e de caiaque com cerca de duas horas de duração. O cliente pode, ainda, escolher se pretende ou não acrescentar à atividade um piquenique ou um almoço.

Para participar não é exigida qualquer experiência prévia aos participantes, visto que podem confiar no temperamento manso dos animais, mais do que habituados ao passeio junto às margens do rio Sado. O percurso circular parte do referido hotel e mergulha na paisagem de montado, mata e floresta junto ao Vale do Guizo. A dado momento, os participantes são convidados a trocar a sela do cavalo pelo assento de um caiaque. Os equipamentos estão a postos nesse momento, num pequeno cais de madeira instalado junto à vegetação do rio.

Equipados com coletes salva-vidas e capacetes, os participantes só têm de coordenar os movimentos e remar tranquilamente, desfrutando da fauna e flora do Sado. Um cais a sul e outro a norte, localizados à distância de três quilómetros um do outro, permitem ainda aliviar o esforço dos remadores a favor da corrente, ou seja, ajustando o ponto de partida. A última meia-hora segue, de novo, ao ritmo compassado dos cavalos. O percurso termina no hotel rural, onde os clientes podem desfrutar de um almoço, sujeito a disponibilidade e marcação.

Algo está a fazer com que o sistema não consiga mostrar a ficha ténica desejada. Pedimos desculpa pelo incómodo.

 




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