Gambiarra está de regresso com novas oficinas para bebés

Gambiarra está de regresso com novas oficinas para bebés
Depois de um verão ausente, o projeto que junta crianças aos livros e à expressão plástica e musical está de regresso ao Porto com uma nova morada e oficinas. Trocou o espaço próprio na Foz por um cantinho na livraria Salta Folhinhas, na Boavista, onde está desde a semana passada.

Não terão sido poucas as crianças que, nos últimos dois anos, rumaram até à rua de Gondarém, na Foz, para passar tempo em volta dos livros da Gambiarra e desenvolver a expressão plástica, a dança ou até a música, numa das atividades da livraria de Cristina Coelho. Trabalhar com livros era um sonho antigo que a antiga comunicadora resolveu concretizar, em 2015, depois de ser mãe. Apercebeu-se da lacuna de atividades voltadas para bebés e crianças muito pequenas e resolver juntar o papel às oficinas.

Durante dois anos, projetou atividades para crianças até aos 12 anos, mas decidiu que o início deste verão era uma boa oportunidade para parar e procurar um espaço mais central. Por isso fechou as portas até que, na semana passada, se instalou num cantinho da livraria Salta Folhinhas, na Boavista.

«Não achava que a Foz fosse a localização ideal dentro da cidade. Ainda não tenho o meu espaço perfeito, mas sinto que agora estou mais central», conta Cristina.

Neste momento, a livraria da Gambiarra vai funcionar apenas por encomendas online, mas as oficinas continuam em força, com novos formadores. «No caso da expressão plástica, a formadora dessa oficina trabalha com o serviço educativo de Serralves, na música temos a Sara, com o curso de animadora musical na Casa da Música, e na dança vamos ter uma coreógrafa», adianta, falando também da possibilidade de se alargar as oficinas à botânica e natureza.

Por enquanto, as atividades vão ser só dirigidas a bebés, dos 12 meses aos 3 anos, que através destas oficinas vão poder testar diferentes materiais e técnicas de artes plásticas, como pastel, aguarela, colagem e carvão, por exemplo. Mas também a reconhecer vários objetos sonoros (guitarra, tambor), bem como a explorar o corpo através da dança. Já diz a expressão «É de pequenino, que se torce o pepino».

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