As saudades apagam-se com abraços e não com videochamadas

O nosso mundo é vasto, e não são poucas as vezes em que se criam distâncias entre nós e os que mais amamos. Mas viajar é também encurtar essas distâncias, estreitar os laços.

Já se tornou frequente que alguém que conhecemos opte por procurar no estrangeiro a vida que anseia, quer porque o apelo de uma cultura diferente é grande, ou porque uma proposta de trabalho se torna demasiado boa para recusar. Na hora da despedida, há muitas promessas de manter o contacto, mas não há tecnologia móvel que substitua um abraço forte ou um beijo demorado.

Felizmente, para pais e mães que sentem que os seus filhos já saíram há séculos do ninho para estudar no estrangeiro (muito embora só se tenham passado três ou quatro meses), ou para casais que por razões profissionais estão em fusos horários diferentes, a Transavia disponibiliza uma espécie de “apagadores da saudade”, com voos regulares a partir de Portugal para alguns dos principais destinos desta nova vaga de emigrantes modernos.

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França é um destino incontornável, com o qual os portugueses têm uma relação profunda e de há muitas décadas. Não é assim de estranhar que a Transavia disponibilize voos para Lyon, Nantes e Paris, mas não só. A Holanda e a Alemanha são cada vez mais o lar para milhares de portugueses, fruto de uma mobilidade profissional que abre novos horizontes, mas também complica a distribuição de afetos entre familiares e amigos.

Nada que um voo rápido não ultrapasse e, com preços a começar nos 23€, se calhar está na altura de deixar de esperar pelo mês de agosto, ou de ver as pessoas de quem gosta numa janelinha do telemóvel, e partilhar com elas aventuras ao vivo e a cores. E mesmo que não conheça ninguém que esteja longe, pode sempre convidar a pessoa que tem ao seu lado neste momento e conhecer novos lugares, sabores e experiências.

Os voos da Transavia em Portugal partem de Lisboa, Porto, Faro e Funchal, sendo extremamente fácil e económico combinar uma escapadinha para surpreender alguém que já não vê há algum tempo (ou alguém que lhe diz todos os dias que precisa de ver coisas novas!).