Pré-abertura: três restaurantes com estreia marcada em Lisboa

Diogo Noronha tem tudo a postos para abrir o Pesca em breve [foto: DR]
Pesca, Mercado Café e Naked. São estes os nomes dos três novos restaurantes que abrem as suas portas em Lisboa, no perímetro entre o Príncipe Real e o Bairro Alto, até ao final do mês. E já dão o que falar.

Tanto o Pesca, de Diogo Noronha, como o Mercado Café, de Miguel Castro e Silva, já foram devidamente anunciados aqui, mas faltava a data de estreia: o primeiro abre, em soft-opening, a 26 de setembro e o segundo, garantem, estará de portas abertas também na próxima semana.

Sobre o Pesca, Noronha revelou-me: “o restaurante vai ter um foco no mar com uma proposta gastronómica com um cunho pessoal e conceptual bastante amadurecidos. A experiência do restaurante está pensada como um todo (…) queremos dar destaque ao peixe português, apontado por muitos, nomeadamente por Thomas Keller, com quem trabalhei no Per Se, em Nova Iorque, como o melhor peixe do mundo. O Pesca vai distinguir-se por um profundo respeito este produto tão ligado à cultura gastronómica portuguesa. A inovação no conceito aparece sobretudo na escolha das técnicas que visam respeitar a delicadeza de cada um dos peixes selecionados.”

Fica no Príncipe Real, mais precisamente no número 27 da Rua da Escola Politécnica.

Como escrevi antes, o Mercado Café, por sua vez, vem consolidar a oferta gastronómica do hotel The Lumiares, só que com entrada direta pela rua da Misericórdia, mesmo em frente ao Elevador da Glória e ao Miradouro de São Pedro de Alcântara. Miguel Castro e Silva pensou numa cozinha do dia-a-dia e será um contraponto mais prático ao Lumni, no último andar do hotel.

Por fim, igualmente na Rua da Escola Politécnica, seguramente uma das artérias mais desejadas na capital para abrir negócios neste setor. O empresário Miguel Júdice, ligado a projetos como o estrelado Eleven, juntou-se a Carla Contige e ambos pediram a Joana Limão, autora do blogue Lemonaid (especializado em comida saudável), para desenvolver uma ementa fiel aos preceitos do flexitarianismo — uma corrente flexível, como o próprio nome pressupõe, em que é possível alternar entre diferentes regimes alimentares, mas sempre de olho no que nos faz bem. Naked, assim se chama, abre até ao final do mês.

E ainda agora a procissão vai só no adro.

 

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