O instante decisivo em que nos apaixonamos por Lisboa

Entre o bulício da cidade de Lisboa, por trás de imponentes portões de ferro ou de humildes portas de madeira, esconde-se um incrível tesouro de luz.

Esquecido na maior parte dos itinerários “obrigatórios” da cidade, o Palácio do Beau Séjour é um “bombom” para amantes da fotografia, com a sua fachada de azulejos portugueses a combinar de forma impressionante e inesperada com uma arquitetura de influência anglo-brasileira, rodeado por um exótico jardim. Neste palácio romântico parado no tempo – e na Estrada de Benfica – começa o nosso “affair” com uma cidade, com a sua luz, com a sua história.

Virado a nascente, o Palácio do Beau Séjour desfruta do melhor que a luz de Lisboa oferece, especialmente quando o calor se faz sentir e os dias se alongam em pores-do-sol tardios e cores de verão e beleza ímpar. No interior, as janelas de influência britânica (“bow-windows”), em formato circular e viradas para sul, convidam à entrada do sol e permitem contemplar o céu de azul forte que pinta a cidade de Lisboa em tons de aguarela.

Cada centímetro do Palácio do Beau Séjour convida a um olhar mais atento, à preservação da memória da luz, especialmente se estivermos bem equipados para o fazer. E nem precisamos de quilos e quilos de material fotográfico, porque na nossa mão repousa o ZenFone Zoom S da ASUS. Na sua face traseira, não uma, mas duas lentes – uma grande angular de 12 megapixel e abertura ƒ/1.7 e outra com zoom ótico de 2.3x e 12 megapixel – permitem tirar fotografias com definição perfeita tanto de um pormenor do lavatório ornamental de Rafael Bordalo Pinheiro, que se encontra num dos corredores do palácio, como um plano alargado do jardim da quinta. Alternar entre as duas câmaras é algo fluído, de que nem nos apercebemos, tal é a velocidade do processador Qualcomm® Snapdragon™ S625 e Motor ASUS SuperPixel™ deste smartphone.

O ZenFone Zoom S é a desculpa perfeita para continuar a perseguir a luz de Lisboa, na descoberta desta relação que a fotografia tem com a cidade. Da antiga casa da viscondessa da Regaleira, seguimos para o coração da cidade, onde a velocidade de processamento do smartphone nos permite registar o frenesim do Martim Moniz à mesma rapidez com que pessoas de todas as nacionalidades e estratos sociais se cruzam com elétricos e carros na praça.

De clique em clique, subimos até à Mouraria. Nas paredes incide a luz mas também a fotografia está presente, com reproduções a preto e branco de antigos e atuais moradores. Seguimos o exemplo e, de forma algo contraditória neste mundo de cores garridas, focamos o contraste entre luz e sombra, sempre em controlo de cada enquadramento, cada exposição, fotografando a preto e branco.

Asus

O prazer da aventura abre-nos o apetite e as cores do “Jasmim da Mouraria” estimulam a nossa criatividade visual. Na mesa uma agridoce cenoura à algarvia e uma deliciosa ceviche de atum só têm autorização para serem comidas depois de fotografadas. Afinal, a comida também faz parte da identidade de uma cidade, e o nosso ZenFone é um aliado de peso no que diz respeito a food photography, tirada com atenção ao detalhe e ao caráter vibrante da comida. É com ele que honramos as criações desta petiscaria de dois irmãos, que junta numa refeição os sabores e as cores de Lisboa, em pratos de nouvelle cuisine com inspiração portuguesa servidos com uma decoração retro como pano de fundo. Azulejos antigos e uma balança decimal do comércio tradicional sentem-se aqui em casa, tal como nós.

Continuamos a nossa investigação sobre esta Lisboa esquecida que a fotografia não deixa esquecer, e descemos até ao Arquivo Municipal de Lisboa, na Rua da Palma. Neste guardião da luz da cidade alfacinha é possível visitar as exposições de forma gratuita e consultar os livros da biblioteca, que fica paredes meias com uma esplanada onde a luz difusa convida a tardes lânguidas. Os postais de Lisboa de António Passaporte, as fotografias de António Novaes e antologias enchem as prateleiras da biblioteca, num local onde descobrimos que, afinal, foi a luz de Lisboa que emprestou o seu brilho ao talento dos fotógrafos, e não o inverso.

Mudamos de paragem com a mesma facilidade com que mudamos de modo de fotografia no ZenFone. Ainda agora estávamos a fotografar as ruelas da Mouraria e já captamos a paisagem ampla de Alfama em modo panorâmico. Subimos até ao Hotel Memmo Alfama, onde o terraço nos oferece uma das melhores vistas da cidade. Aqui conseguimos tirar panorâmicas com detalhe e nitidez desde a igreja de São Vicente de Fora até à linha do horizonte do rio Tejo.

Temos o controlo total da fotografia nas mãos, quase como se em vez de um smartphone, tivéssemos na cidade uma tela e fôssemos alterando tonalidades com o uso preciso de um pincel. Do Memmo, saímos com a memória da luz da cidade que nos fascina, finalmente captada em todo o seu esplendor, no ecrã do ASUS ZenFone Zoom S que faz jus a uma das mais belas cidades europeias.



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