Crítica: «Mais um vinho que o Douro merece e nós agradecemos»

Já faz parte do olimpo duriense este título da Prats & Symington, a conhecer agora a edição de 2015. Rodeado de grande expectativa, tanto por se tratar do ano de 2015, como pelo perfil único do vinho.

Está forte como nunca a relação entre Bruno Prats e a família Symington, iniciada com a edição de 2000. Bruno Prats era então o proprietário do Château Cos d’Estournel, em Bordéus e houve interesse comum em juntar saberes para criar um vinho DOC Douro de grande guarda. O resultado foi o Chryseia, enquanto vinho de tese e demonstrador da excelência do projecto.

A família Symington é o maior proprietário de vinhas do Douro, totalizando 27 quintas e correspondendo a cerca de mil hectares, um autêntico colosso para a escala nacional, especialmente se considerarmos a acidentação e orografia do grande vale vinhateiro do Douro. O 2015 foi produzido a partir de vinhas próprias Prats & Symington, localizadas nas quintas de Roriz e da Perdiz, tendo-se juntando ainda uvas da vizinha Quinta de Vila Velha, propriedade de um membro da família.

É complexo nesta altura situar o 2015 em termos qualitativos e de gama, mas a tentação de dizer que é o melhor de sempre é grande. Está no mercado mais um grande vinho, que o Douro merece e nós agradecemos. A provar!

 

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